SLOGAN MDA

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

COMO TER ÊXITO EM SUA VIDA DE ORAÇÃO 2

COMO TER ÊXITO EM SUA VIDA DE ORAÇÃO (‏2)

Leia Comigo: Lucas 18.9-14
Curiosidade 1: Os fariseus eram os religiosos mais rígidos e ao mesmo tempo os mais hipócritas da época de Jesus. Fariseu quer dizer “separado”. Uma tradição judaica informa que todo verdadeiro fariseu devia agradecer a Deus todos os dias de sua vida por três coisas básicas:
·        Por não ser gentio;
·        Por não ser plebeu ou romano; e,
·        Por não ter nascido mulher.
Curiosidade 2: Publicanos eram os judeus que trabalhava para os romanos cobrando impostos dos seus próprios patrícios. Eram odiados, porque além de cobrarem impostos para os romanos também eram acusados de serem ladrões e exploradores. Mateus, era um desses publicanos antes de ser chamado pelo Senhor Jesus.
Introdução:
Estamos estudando sobre o tema: “Como ter êxito em sua vida de Oração”. Semana passada o nosso texto base foi à parábola da viúva e do juiz iníquo, nesta a nossa base será a parábola do fariseu e do cobrador de impostos.  Naquela vimos que a intenção do Senhor Jesus era ensinar a respeito do nosso dever de orar e persistir em oração com a certeza de que o Senhor vai responder com a benção. Nesta veremos que além de perseverarmos temos que ter uma postura ideal e uma atitude interna adequada quando em oração.
I. A fim de termos as nossas orações respondidas, quais atitudes e posturas devemos evitar diante de Deus? (v.9)
1.          Diante de Deus evite confiar em sua própria justiça e bondade. (vs.9)
1.          O texto diz que Jesus contou esta parábola para aqueles que se julgavam bom demais. É uma bobagem acharmos que somos alguma coisa.  Na verdade a palavra do Senhor é clara ao declarar que a nossa justiça diante de Deus é como algo descartável, depois de ser usado, não serve absolutamente para nada.
2.          Estamos indo diante do altar do Senhor ensimesmados, cheios de soberba, e é por isso que as nossas orações não passam do teto. Oramos, oramos e nada acontece. 
2.          Diante de Deus evite fazer avaliações desprezíveis a respeito de outros. (v.11)
1.          Dizer que o fariseu avaliou é pouco, ele julgou e condenou a todos que estavam ali com ele. Isso é próprio de gente religiosa. Normalmente o religioso si basta. A oração dele não é para Deus, ela é dele pra ele mesmo.
2.          Você pode estar dizendo; "eu nunca julguei ou desprezei ninguém em oração". A questão é que não posso separar a pessoa que eu sou no dia a dia, da pessoa que sou quando vou orar a Deus. Se vivo julgando e desprezando os outros, quando vou orar levo comigo toda esta carga de julgamento e desprezo que é pecado. 
3.          Olha o que diz o Espírito Santo através do apóstolo em Filipenses 2.3: ”Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo”. Este texto basta.
3.          Diante de Deus evite fazer avaliações elevadas a respeito de si mesmo; (v.12).
1.          Como este fariseu às vezes ficamos tentando impressionar a Deus, mas como poderemos impressioná-lo? Se diante Dele estamos nus.
2.          A bíblia é clara quando diz que ninguém faz o bem. Os textos que falam sobre isso enfatizam dizendo "não ha sequer uma pessoa que faça o bem". (Sl 53.3) O que o texto esta dizendo é que nunca nasceu e nem nunca nascerá uma pessoa boa, que vá impressionar a Deus, exceto Jesus é claro!
3.          Aquele jovem rico que talvez fosse acostumado a impressionar os homens chegou perto de Jesus com sua pose de bom e disse: Bom mestre que tenho que fazer para herdar a vida eterna? Mas Jesus que conhece o interior dos homens não se deixou impressionar e disse: "ninguém é bom, a não se um, que é Deus" (Mc 10.18).
II. A fim de termos as nossas orações respondidas, quais atitudes e posturas devemos tomar diante de Deus? (v.13)
1.          Diante de Deus, lembre-se que você é apenas um homem;
1.          Reconhecer que você é apenas um homem significa reconhecer que você é criatura, dependente e carente Dele.
2.          O salmista deixa isto muito claro com a sua pergunta no Salmo 8.4: "Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?”.
3.          Então o Espírito Santo através do apóstolo Pedro da uma descrição do que é o homem: "toda a humanidade é como a relva, e toda a sua glória, como a flor da relva; a relva murcha e cai a sua flor" (1 Pe 1.24). Temos que nos lembrar disso no mínimo quando formos orar.
2.          Diante e Deus, reconheça o seu pecado;
1.          Se tem uma coisa que nos atrapalha em oração está coisa se chama "pecado". É o nosso pecado que não deixa Deus nos ouvir, conforme Isaias 59.1 e 2. 
2.          Se houver uma forma de elimina-lo tudo estará resolvido. E a fórmula para resolver o nosso pecado diante de Deus é uma combinação do nosso arrependimento com o sangue de Jesus.
3.          Faça como o salmista no salmo 32.5, confesse e reconheça o seu pecado diante Dele. "Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a culpa do meu pecado”.
3.          Diante de Deus, dependa inteiramente de Sua misericórdia.
1.          Não merecemos o perdão de Deus, não merecemos ser aceitos pelo Senhor, nada a não ser a Sua misericórdia pode nos livrar.
2.          Como diz o profeta Jeremias às misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, por que a sua misericórdia não tem fim.
3.          Alguém disse que com a graça, Deus nos da o que não merecemos, mas, com a misericórdia, Ele não nos da o que merecemos. Clame por sua misericórdia.
Conclusão
Jesus começa a parábola dizendo que dois homens subiram ao templo para orarem a Deus, um era fariseu e o outro publicano, e termina a parábola afirmando que somente  o publicado (cobrador de impostos) foi aceito ou foi ouvido. 
 Por que somente o publicano conseguiu ser ouvido? Os dois foram ao templo, os dois foram orar, os dois ficaram inclusive na mesma posição ao falar com Deus, os dois eram pecadores, o que aconteceu? Jesus explica o que houve dizendo o seguinte: "Quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado".
A humilhação ou a falta dela fez aqui toda a diferença na vida desses dois homens. Se você de fato quer ter as suas orações respondidas, comece a trilhar o caminho da humilhação conforme aconselha o apóstolo Pedro: "Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo Ele vos exalte;" 1 Pedro 5:
         
Compartilhando a Palavra:
1.   Com relação ao “PECADO” que tanto nos afasta de Deus, de que forma você tem lutado para vencê-lo?
2.   Você tem a pratica de admitir e confessar seus pecados para seu discipulador? Explique sua resposta.
3.   Considerando o que aqui foi compartilhado, o que você diria a respeito de sua vida de oração, você vai à presença de Deus como o fariseu ou como o publicano?
4.   Quais serão os efeitos desta ministração em sua vida prática de oração a partir de hoje? 


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

COMO TER ÊXITO EM SUA VIDA DE ORAÇÃO

Leia Comigo: Lucas 18.1-8
Introdução  
A oração envolve devoção, confiança, respeito e um senso de dependência para com aquele a quem a oração é dirigida. As diversas palavras bíblicas relacionadas à oração transmitem as seguintes idéias: de pedir, solicitar, rogar, suplicar, buscar, pleitear, implorar o favor, assim também como louvar, agradecer e bendizer.
As pessoas que querem ver as suas súplicas sendo respondidas terão que assimilar pelo menos dois dos conceitos sobre oração que nesta parábola são apresentados.
  1. A oração deve ser vista pelo cristão como um dever (18.1).
    1.  Lucas introduz esta parábola explicando o seu significado, ele diz: “Jesus contou-lhes uma parábola sobre o “dever” de orar sempre…”, ou seja, aqui o Senhor está ensinando sobre a nossa obrigação como cristão de orarmos diligentemente. A oração não é uma opção dentre tantas outras atividades da vida cristã, a oração é uma obrigação de todos aqueles que servem a Deus.
    2. Aqueles que tem o nobre hábito de orar, o fazem porque entenderam  que são fracos, dependentes e carentes da graça e do poder de Deus. A viúva que aparece no texto clamando insistentemente por justiça é símbolo de alguém fraco, dependente e vulnerável que precisa ser defendido e assistido.
    3. Podemos fazer orações bem arrogantes como aquela feita pelo fariseu na parábola do “Fariseu e o Publicano”, porém o simples ato de não orarmos, por si só, já comunica arrogância, interdependência de Deus e uma confiança indevida em nós mesmos.
  2. A oração deve ser vista pelo cristão como uma atividade diária, contínua e persistente . (18.1 e 7)
  1. Não podemos deixar que o  cansaço, a fadiga ou a demora de Deus em nos responder nos faça perder o ânimo. A resposta as nossas orações ocasionalmente poderão ser adiadas. Por isso temos que perseverar diante do conselho do mestre que diz: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á;” (LC 11.9)
  2. Ao contrário do mal juiz da parábola, quando Deus se demora em nos responder, ele o faz não por maldade, mas por que tem o objetivo de nos beneficiar. Gosto de Jeremias 29.11 quando Deus diz que o seu desejo é de nos dar o fim que desejamos.
  3. Como já foi dito, Deus ocasionalmente vai adiar as respostas as nossas orações a fim de que os nossos pedidos e motivos sejam purificados, pois, atrás de muitas das nossas orações existem muita carnalidade e egoísmo. Como diz o apóstolo Tiago “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. (Tg 4.3). Mas a medida que perseveramos em oração Deus vai nos conduzindo para a sua boa, perfeita e agradável vontade (Rm 12.2).
Conclusão – Jesus apela para o nosso bom senso quando termina a parábola fazendo a seguinte pergunta: “Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele noite e dia ainda que os faça esperar?” (v.7)
  • Se aquele mau juiz que tinha uma conduta e um caráter exatamente oposto ao caráter de Deus reagiu positivamente ao clamor da viúva só para se ver livre dela, podemos ficar certos de que o Senhor nosso Deus que é bom e justo responderá muito mais com seu favor aos nossos diligentes clamores.
  • Se por causa de um sentimento egoísta aquele mau juiz atendeu a causa daquela pobre viúva, podemos ficar certos que o Senhor muito mais nos responderá, por que os seus motivos e sentimentos são sempre bons e altruístas.
            Esta parábola nos encoraja e nos dirige a uma certeza: A certeza de que se desenvolvermos uma vida de oração baseada nos princípios que aqui foram compartilhados, Deus, segundo a sua vontade; sempre  nos responderá.

Compartilhando a Palavra:
  1. Em sua opinião o que fez aquela viúva continuar persistindo em seu clamor mesmo sabendo que aquele juiz era um homem muito mal?
  2.  Alguém aqui poderia compartilhar um testemunho onde você foi bem sucedido em uma causa de oração?
  3.  Considerando o que aqui foi compartilhado, o que você diria a respeito de sua vida de oração, ela era ruim, boa ou ótima?
  4. Quais serão os efeitos desta ministração em sua vida prática de oração a partir de hoje? 

CRITÉRIOS MÍNIMOS PARA A LIDERANÇA - EMD



IGREJA DE CRISTO DÓKIMOS

MATRIZ CURRICULAR DA ESCOLA MINISTERIAL DÓKIMOS - EMD

MÓDULO I - CURSO DE FUNDAMENTOS – CF
1 - ACOMPANHAMENTO INICIAL (Ministrado pelo discipulador)
2 - NOVA CRIATURA (26 Lições) – Aulas todo domingo às 9 horas e Terça-feira às 20 horas
3 - MEMBRESIA (ALIANÇA) - (Ministrado 2 vezes por ano pelos Pastores)    
4 - FAMÍLIA CRISTÃ        
5 - IDE E FAZEI DISCÍPULOS
6 – AUTORIDADE ESPIRITUAL
7 - TREINAMENTO DE LÍDERES DE CÉLULAS – TLC 
MÓDULO II - CURSO DE MATURIDADE CRISTÃ - CMC
8 – O CARÁTER DE CRISTO EM NÓS          
9 - RELAÇÕES INTERPESSOAIS
10 - VIDA DEVOCIONAL
11 - MORDOMIA CRISTÃ E FINANÇAS
12 - VIDA TRANSFORMADA
MÓDULO III - CURSO TREINAMENTO LÍDERES – CTL
13 - CHAMADO, DONS E FRUTO DO ESPÍRITO
14 - DISCIPULADO BÍBLICO
15 - DIACONIA E HOSPITALIDADE NA IGREJA
16 - PRINCÍPIOS DE FÉ E PODER
17 - MOVIMENTO DE RESTAURAÇÃO
18 - MDA E O CORAÇÃO DA IGREJA LOCAL
MÓDULO IV - CURSO DE TREINAMENTO MINISTERIAL - CTM
21 - COMUNICAÇÃO NO PULPITO (HOMILÉTICA   
22 - IMPLANTAÇÃO DE IGREJA    
23 - PANORAMA BÍBLICO DO AT E NT
24 - EVANGELISMO E MISSÕES
25 - LOUVOR E ADORAÇÃO NA IGREJA E NAS CÉLULAS      
26 - EPÍSTOLOS AOS ROMANOS
MÓDULO V - CURSO TREINAMENTO DE SUPERVISORES - CMC
27 - SANTIDADE E ÉTICA PESSOAL
28 - ACONSELHAMETO CRISTÃO
29 - CURA E LIBERTAÇÃO             
30 - SOLUÇÃO DE CONFLITOS E DOMADA DE DECISÕES
31 - ADMINISTRAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS
32 - SUPERVISÃO DE CELULAS BEM SUCEDIDA     
MÓDULO VI - CURSO DE LIDERANÇA AVANÇADA – CLA
33 - GEOGRAFIA BÍBLICA              
34 - DIDÁTICA CRISTà   
35 - PLANO DE REDENÇAO (CRISTOLOGIA)
36 - PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA
37 - ÉTICA CRISTÃ E MINISTERIAL
38 - HISTÓRIA DA IGREJA              
39 - VIDA DE CRISTO (HARMONIA DOS EVANGELHOS        
40 - ATOS DOS APÓSTOLO E IGREJA PRIMITIVA    
41 - PRINCIPIOS DE CRESCIMENTO DA IGREJA      
42 - EPÍSTOLAS PASTORAIS -  I E II (1 E 2 TIMÓTEO E TITO)
MÓDULO VII - GRADUAÇÃO TEOLÓGICA – CGT
43 - HERMINÊUTICA SAGRADA
44 - GREGO BÍBLICO       
45 - HEBRAICO BÍBLICO 
46 - PORTUGUES INSTRUMENTAL             
47 - TEOLOGIA BÍBLICA AT E NT
48 – TEOLOGIA SISTEMÁTICA I   
49 - TEOLOGIA SISTEMÁTICA II  
50 - APOLOGÊTICA (DEFESA DA FÉ)         
51 - INTRODUÇÃO E HISTÓRIA DA FILOSOFIA       
52 - HISTÓRIA DO PENSAMENTO CRISTÃO             
53 - SOCIOLOGIA CRISTà                              
54 - PSICOLOGIA CRISTÃ
55 - METODOLOGIA DE PESQUISA (MONOGRAFIA)






IGREJA DE CRISTO DÓKIMOS

MATRIZ CURRICULAR DA ESCOLA MINISTERIAL DÓKIMOS - EMD

PARA TODOS OS MEMBROS DA IGREJA
1 - ACOMPANHAMENTO INICIAL (7 Lições ministradas pelo(a) discipulador(a)
2 - MEMBRESIA (ALIANÇA) - (Ministrado 2 vezes por ano pelos Pastores)    

AGENDA DO CURSO MEMBRESIA - 2016
Terça-feira às 20 horas
08/03/16 - Aula 1
15/03/16 - Aula 2
13/09/16 - Aula 1
20/09/16 - Aula 2
Domingo às 9 horas
13/03/16 - Aula 1
20/03/16 - Aula 2
11/09/16 - Aula 1
18/09/16 - Aula 2


REQUISITOS MÍNIMOS PARA LÍDERES DE CÉLULA
1 - ACOMPANHAMENTO INICIAL
2 - MEMBRESIA (ALIANÇA)
3 - NOVA CRIATURA COMPLETO
4 - TREINAMENTO DE LÍDERES DE CÉLULA - TLC
5 - AUTORIDADE ESPIRITUAL
6 - FAMÍLIA CRISTÃ/ROMANCE APROVADO
REQUISITOS MÍNIMOS PARA OS LÍDERES DE SETOR
1 - ACOMPANHAMENTO INICIAL
2 - MEMBRESIA (ALIANÇA)
3 - NOVA CRIATURA COMPLETO
4 - TREINAMENTO DE LÍDERES DE CÉLULA - TLC
5 - AUTORIDADE ESPIRITUAL
6 - FAMÍLIA CRISTÃ/ROMANCE APROVADO
7 - O CARÁTER DE CRISTO
REQUISITOS MÍNIMOS PARA OS LÍDERES DE ÁREA
1 - ACOMPANHAMENTO INICIAL
2 - MEMBRESIA (ALIANÇA)
3 - NOVA CRIATURA COMPLETO
4 - TREINAMENTO DE LÍDERES DE CÉLULA - TLC
5 - AUTORIDADE ESPIRITUAL
6 - FAMÍLIA CRISTÃ/ROMANCE APROVADO
7 - O CARÁTER DE CRISTO
8 - MDA E O CORAÇÃO DA IGREJA LOCAL

Todos os cursos da EMD, exceto o Nova Criatura (13) e Membresia (2), tem a duração de 5 semanas.
O aluno poderá ter somente 1 (uma) falta, justificada ou não.
Para iniciar os demais cursos da EMD, o aluno poderá estar faltando fazer até 6 (seis) lições (o que corresponde a 3 dias de aula pois são aula duplas) do Nova Criatura, comprometendo-se a concluir tão logo sejam oferecidas.
Na última aula de cada disciplina, o aluno deverá apresentar uma Declaração de Leitura da apostila na íntegra.
Lembrando que esses são os requisitos mínimos, porque o Trilho de Crescimento na vida cristão é continuo.
Nossa agenda é planejada previamente, porém, sujeita à alterações conforme necessidades ministeriais.

Att.

Equipe EMD.